Mais do que taxar carnes processadas e vermelhas, porque a Organização Mundial de Saúde reforçou a ligação entre o seu consumo e o risco de cancro, o importante é tornar mais baratos alimentos "protectores" contra o cancro como são os legumes e as frutas, defende o nutricionista José Camolas, do serviço de endocrinologia do Hospital de Santa Maria, em Lisboa.