Reparámos que tem um Ad Blocker ativo.

A informação tem valor. Considere apoiar este projeto desligando o seu Ad Blocker.

Pode também apoiar-nos subscrevendo a nossa ou seguindo-nos nas redes sociais Facebook, Instagram e Twitter.

Reparámos que tem um Ad Blocker ativo.

A informação tem valor. Considere apoiar este projeto desligando o seu Ad Blocker.

Pode também apoiar-nos subscrevendo a nossa ou seguindo-nos nas redes sociais Facebook, Instagram e Twitter.

Na inauguração da feira tecnológica CeBIT, em Hannover, Alemanha, que conta nesta edição com o Japão como país convidado, Merkel e Abe sublinharam os benefícios do comércio mundial e comprometeram-se a trabalhar juntos e atuar como impulsionadores a favor do acordo.

“Queremos um mercado aberto e livre, queremos um comércio justo, não queremos levantar nenhuma barreira. Na era da internet, queremos conectar as nossas sociedades e cooperar de forma justa. Isto é o livre comércio”, sublinhou Merkel.

No sábado, os Estados Unidos dificultaram a negociação sobre esta questão na reunião dos ministros das Finanças do G20, cuja declaração final omite a habitual condenação ao protecionismo económico.

“Em momentos em que temos de discutir com muitos sobre o livre comércio, fronteiras abertas e valores democráticos, é um bom sinal que a Alemanha e o Japão não discutam sobre isto”, considerou a chanceler alemã.

Abe destacou a sua aposta num acordo comercial com a União Europeia, com a qual o Japão partilha o respeito pela liberdade, os direitos humanos e as regras do jogo democrático, sublinhou.

Junto ao chefe do executivo japonês, Merkel comprometeu-se a ser “motor” nas negociações para esse acordo entre a UE e o Japão e defendeu também as regras da economia social de mercado, que deve responder aos receios e dúvidas dos cidadãos face à globalização e à digitalização.