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"As eleições na Holanda confirmam cenários preocupantes na Europa. Houve um enorme crescimento da extrema-direita, mas a direita liberal ganhou ainda assim as eleições. Foram eleições muito participadas, mas não reduziram a extrema-direita a uma força pequena, pois consegue ser a segunda força do país", disse Catarina Martins.

A líder bloquista falava na sede nacional do BE, em Lisboa, após receber a ex-presidente brasileira Dilma Rousseff.

"[As eleições] mostram também que as políticas liberais e mesmo xenófobas - ainda que envergonhadas - da direita holandesa no poder ajudaram a extrema-direita a crescer e, por outro lado, o descrédito do Partido Trabalhista, com incapacidade de ser alternativa porque fez tudo o que a direita queria", continuou.

A deputada do BE declarou ainda que os portugueses poderão vir a sentir "algum alívio agora que Dijsselbloem deixará de ser presidente do Eurogrupo, uma vez que o seu partido teve um descalabro eleitoral na Holanda".

Jeroen Dijsselbloem é presidente do Eurogrupo e do Mecanismo de Estabilidade Europeu desde 2013.

Quando estão contados 95% dos votos, os liberais do VVD, de Mark Rutte, conseguiram 33 assentos nas eleições gerais de quarta-feira na Holanda, enquanto o partido de extrema-direita PVV, de Geert Wilders, ficou na segunda posição, com 20 deputados.

Rutte poderá procurar coligar-se com os democratas cristãos do CDA ou os liberais progressistas do D66, partidos que ficaram empatados em terceiro lugar, com 19 deputados cada, uma subida de seis e sete assentos, respetivamente.