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Segundo os dados divulgados pelo órgão brasileiro, foi o primeiro crescimento registrado no mercado laboral do país desde abril de 2015.

Em fevereiro passado, foram 1.250.831 contratações, contra 1.215.219 demissões. A subida foi puxada pela indústria de transformação e pelo setor de serviços. A indústria registou um saldo positivo de 3.949 vagas formais de trabalho e os serviços de 50.613 vagas.

Destacaram-se também os postos de trabalho criados pela Administração Pública, com saldo de 8.280 vagas, e na agricultura, de 6.201 postos de trabalho.

O resultado foi comemorado pelo Governo brasileiro e o próprio Presidente, Michel Temer, participou no anúncio dos dados do Caged no Palácio do Planalto, em Brasília, sublinhando que este é um “sinal positivo” da retoma da economia.

Já ministro do Trabalho do Brasil, Ronaldo Nogueira, explicou que os dados permitem “observar a cronologia do arrefecimento da crise e o reaquecimento do mercado laboral”.

O governante adiantou que em janeiro passado o Governo já tínha uma sinais de retoma, da criação de empregos pelos resultados positivos na indústria de transformação.

“E agora em fevereiro, temos a confirmação, com o resultado positivo no agregado dos setores, confirmando o processo de retoma da economia”, frisou o ministro.

Três das cinco regiões do Brasil apresentaram dados positivos.

Houve crescimento de postos de trabalho no sul (35.422), sudeste (24.188) e centro-oeste (15.740).

Nas regiões norte e nordeste, o número de dispensas superou o de contratações, com reduções de 2.730 vagas e 37.008, respectivamente.

São Paulo foi o Estado que teve o maior saldo de empregos em fevereiro (25.412), seguido de Santa Catarina (14.858), Rio Grande do Sul (10.602), Minas Gerais (9.025) e Goiás (6.849).