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A SCC conta reunir milhares de pessoas nas ruas de Barcelona, numa marcha desde a Praça de Urquinaona até à Praça de Sant Jaume (onde está a sede do Governo Regional, a Generalitat) que começa às 12:00 (11:00 em Lisboa).

Sob o lema “Aturem el cop separatista – Paremos o golpe separatista”, a marcha da SCC contará, desde logo, com representantes dos partidos catalães que estão frontalmente contra a independência, nos termos propostos pela atual Generalitat, o Ciutadans e o Partido Popular da Catalunha.

A Generalitat – uma coligação entre o Partido Democrático da Catalunha (PDC) e a Esquerda Republicana Catalã (ERC), apoiada no parlamento pela extrema-esquerda radical CUP – propõe uma separação da Catalunha do resto de Espanha após a realização de um referendo nesse sentido, consulta considerada ilegal pelo Tribunal Constitucional espanhol.

Nesse sentido, o governo regional (liderado por Carles Puigdemont) elaborou um ‘road-map’ rumo à independência, que inclui a constituição de estruturas – como uma agência tributária própria ou instituto de segurança social – bem como a elaboração de leis, no parlamento, que “blindam” o processo face às instâncias judiciais do Estado espanhol.

Os partidos que formam governo na Catalunha consideram que esta via independentista foi “referendada” nas últimas eleições regionais, nas quais o PDC, a ERC e a CUP obtiveram uma curta maioria de assentos.

A SCC considera que esta via independentista não é consensual entre a sociedade catalã e constitui um “golpe institucional” que “destrói a paz social”, pelo que organiza a marcha de hoje para “recuperar a liberdade, a democracia e a convivência” com o resto de Espanha.

O vice-presidente da SCC, José Domingo, sublinhou que o processo independentista pretende uma “separação unilateral”, o que constitui uma “clara provocação” contra o Estado espanhol e contra o “conjunto dos cidadãos catalães, que põe em risco a paz social” na região.

“Este processo separatista não pode ser pacífico, porque vai destruir a paz social”, alertou José Domingo.

A plataforma acredita que vai conseguir encher a Praça Sant Jaume, alegando que – até quinta-feira – mais de 3.000 pessoas tinham subscrito o manifesto do protesto.