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Ministros dos Negócios Estrangeiros e altos funcionários de 68 países e organizações internacionais vão ser convidados para a reunião, que decorrerá nos dias 22 e 23 de março.

A reunião atesta a intenção da administração de Donald Trump em manter a liderança americana da coligação internacional, iniciada em 2014 por Barack Obama, no combate aos extremistas do EI.

Os ‘jihadistas’ estão sob crescente pressão militar no Iraque e na Síria, estando as forças apoiadas pelos Estados Unidos a preparar uma ofensiva para libertar Raqqa, considerada a capital do califado proclamado pelo EI.

A reunião de 22 e 23 de março será o primeiro encontro completo da coligação internacional desde dezembro de 2014.

O Departamento de Estado norte-americano adianta que o objetivo da reunião é acelerar os esforços internacionais para derrotar o EI nas áreas que ainda controla no Iraque e na Síria e maximizar a pressão sobre os ramos, filiais e redes.

Na reunião vai ser ainda abordado o financiamento na luta antiterrorista, as mensagens contra o EI, a estabilização das áreas lideradas pelo grupo e as crises humanitárias causadas pelo conflito.

“É uma oportunidade para o secretário Tillerson desenhar os desafios que enfrenta a coligação”, disse aos jornalistas o porta-voz do Departamento de Estado, Mark Toner, adiantando que há “progresso no terreno”.