Reparámos que tem um Ad Blocker ativo.

A informação tem valor. Considere apoiar este projeto desligando o seu Ad Blocker.

Pode também apoiar-nos subscrevendo a nossa ou seguindo-nos nas redes sociais Facebook, Instagram e Twitter.

Reparámos que tem um Ad Blocker ativo.

A informação tem valor. Considere apoiar este projeto desligando o seu Ad Blocker.

Pode também apoiar-nos subscrevendo a nossa ou seguindo-nos nas redes sociais Facebook, Instagram e Twitter.

“Desde o dia 11 de março, 2017, que se registam tensões diplomáticas entre a Turquia e a Holanda. Mantenham-se alerta em toda a Turquia e evitem multidões ou locais onde esteja muita gente”, refere o alerta emitido hoje pelo Ministério dos Negócios Estrangeiros holandês.

Entretanto, o ministro dos Negócios Estrangeiros da Turquia convocou o encarregado de negócios holandês em Ancara para manifestar formalmente um protesto sobre a forma como “foram tratados os membros do Executivo turco” na Holanda durante o fim de semana.

De acordo com a diplomacia da Turquia, o uso da força contra os manifestantes turcos na Holanda foi “desproporcionada”.

Dois ministros do governo da Turquia foram impedidos de participarem nos comícios sobre o referendo à Constituição organizados pela comunidade turca na Holanda.

O ministro dos Assuntos Familiares foi escoltado pelas autoridades holandeses acabando por abandonar o país e o ministro dos Negócios Estrangeiros foi impedido de entrar na Holanda.

Logo após os acontecimentos que envolveram os ministros turcos, o presidente Recep Tayyip Erdogan disse que iria retaliar contra a Holanda e que o “nazismo está vivo no Ocidente”.

O referendo sobre a revisão constitucional na Turquia, anunciado na sequência da intentona militar de 2016, pretende reforçar os poderes presidenciais a Erdogan.