Reparámos que tem um Ad Blocker ativo.

A informação tem valor. Considere apoiar este projeto desligando o seu Ad Blocker.

Pode também apoiar-nos subscrevendo a nossa ou seguindo-nos nas redes sociais Facebook, Instagram e Twitter.

Reparámos que tem um Ad Blocker ativo.

A informação tem valor. Considere apoiar este projeto desligando o seu Ad Blocker.

Pode também apoiar-nos subscrevendo a nossa ou seguindo-nos nas redes sociais Facebook, Instagram e Twitter.

O protesto iniciou-se no final da tarde e após um progressivo aumento da tensão uma equipa especial das forças policiais utilizou canhões de água para dispersar os manifestantes.

Cidadãos turcos tinham convocada nas redes sociais um protesto contra a proibição pelas autoridades holandesas da visita de dois ministros do Governo de Ancara à Holanda, e que pretendiam participar num comício de apoio ao referendo constitucional de 16 de abril convocado pela Turquia, que pretende ampliar os poderes do Presidente Recep Tayyip Erdogan.

O presidente da câmara municipal de Amsterdão, Eberhard van der Laan, que autorizou o protesto, acabou por ordenar o fim concentração devido aos distúrbios e a “alteração da ordem pública”.

Os manifestantes, que agitavam bandeiras da Turquia e entoavam palavras de ordem favoráveis ao Governo islamita-conservador turco, bloquearam o trânsito e utilizaram petardos, foguetes e material pirotécnico.

O primeiro-ministro holandês, Mark Rutte, pediu aos turco-holandeses para “manterem a cabeça fria” e evitarem os confrontos registados na madrugada de domingo frente ao consulado turco em Roterdão.

Pelo menos 12 pessoas foram detidas nesse protesto, e um agente ficou ferido, quando a polícia tentou interromper a marcha com canhões de água e cães.

No sábado, as autoridades holandesas impediram a aterragem do avião onde viajava o chefe da diplomacia turca, Mevlüt Çavusoglu, enquanto a ministra dos Assuntos Familiares, Fatma Betül Sayan Kaya, foi expulsa da Holanda para a Alemanha.