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"Eu penso ter feito aquilo que tinha prometido: estar próximo das pessoas, tentar fazer tudo para estabilizar o país politicamente, economicamente, socialmente, ajudar o sistema financeiro, apoiar o controlo do défice, estabelecer as relações internacionais fundamentais, sobretudo no quadro europeu e da CPLP [Comunidade dos Países de Língua Portuguesa], e ter sempre presente as comunidades de portugueses espalhadas pelo mundo", declarou.

O chefe de Estado, que tomou posse há um ano, a 09 de março de 2016, falava aos jornalistas no final de uma aula no Liceu Pedro Nunes, em Lisboa, onde estudou.

Instado a apontar uma marca do seu primeiro ano de mandato, Marcelo Rebelo de Sousa começou por responder que "o próprio nunca tem a noção disso", mas acrescentou: "Eu acho que talvez o facto de as pessoas saberem que eu faço um esforço muito grande para estar próximo delas, talvez tenha sido o marco".

Questionado sobre o seu relacionamento com o Governo, declarou: "Eu cumpri a Constituição, em relação à Assembleia da República, em relação ao Governo, em relação aos partidos. Nesse sentido, não sei se foi exemplar, se não foi, tentei cumprir a Constituição", acrescentou.

O chefe de Estado disse estar a agir como os seus antecessores. "Todos os presidentes, nomeadamente no início dos mandatos, mas mesmo ao longo dos mandatos, tiveram grande cuidado em proporcionar aos governos as melhores condições", considerou, dando Cavaco, Sampaio e Soares como exemplos.

"Digamos que o Presidente Ramalho Eanes é que teve de se defrontar com uma situação mais complicada que, como sabem, foi a de um Governo minoritário que em determinado momento perdeu o apoio parlamentar, e teve de gerir isso, mas noutro contexto e com outros poderes - o Presidente da República na altura era Presidente do Conselho da Revolução e tinha mais poderes do que tem hoje", referiu.