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"É evidente que não é já, é daqui a alguns anos, vai para além do mandato do Presidente da República e Comandante Supremo das Forças Armadas, mas em matéria de Forças Armadas tem de se planear a médio longo prazo. A concretização, depois, é subsequente, mas é planeamento a médio longo prazo. E esta é uma exigência constante", declarou.

Marcelo Rebelo de Sousa, que falava durante uma visita ao Comando Aéreo, no Parque Florestal do Monsanto, em Lisboa, na presença do ministro da Defesa Nacional, José Azeredo Lopes, considerou que o Governo tem atuado com "empenhamento nesta visão de medio longo prazo, que é fundamental".

"Eu queria aqui dizer que tenho acompanhado, na dupla qualidade de Presidente da República e de Comandante Supremo das Forças Armadas, o empenhamento do Governo, e nomeadamente do senhor ministro da Defesa Nacional, ramo a ramo, mas envolvendo também especificamente a Força Aérea", afirmou.

O chefe de Estado frisou que "os mandatos presidenciais são de cinco anos, os mandatos governamentais são de quatro anos", mas "as Forças Armadas são de missão indefinida no tempo", e defendeu que, por isso, "tem de haver uma continuidade de Estado" em matérias de Defesa.

O Presidente da República chegou ao Comando Aéreo pelas 11:00, num helicóptero militar EH-101, a bordo do qual assistiu a uma demonstração de capacidades de busca e salvamento. Após aterrar, desceu ao 'bunker' do Comando Aéreo, para um 'briefing'.

Marcelo Rebelo de Sousa foi informado sobre as missões do Comando Aéreo em matéria de vigilância e controlo do espaço aéreo nacional, mas também de busca e salvamento, e de transporte de doentes e de órgãos, entre outras.

Durante esse 'briefing', foi feita uma referência ao fim de vida dos F-16, que o chefe de Estado não deixou passar.

"É evidente que o Presidente da República e Comandante Supremo tem exata noção da dificuldade que é cumprir mais tarefas com recursos exíguos: recursos humanos, recursos financeiros, recursos científicos, técnicos, materiais exíguos", começou por declarar.

Depois, referiu-se especificamente à "disponibilidade de aeronaves, de forma atualizada", acrescentando: "Esse é um desafio que se coloca permanentemente. E nas visitas que já pude realizar falámos desse desafio, falámos de quais são os planos, qual é a programação, qual é o calendário e o que pode vir a ser a sua concretização, começando em breve".

Marcelo Rebelo de Sousa disse estar a acompanhar "uma situação que se coloca, não apenas a Portugal, mas a vários estados, nomeadamente membros da Aliança Atlântica" relacionada com o fim de vida dos F-16, "com a programação feita em vários estados relativamente a outro tipo de aeronaves".