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"Creio que a melhor resposta é de facto continuar a averiguação, aprofundar o esclarecimento, seja em relação ao ex-secretário de Estado, seja em relação a todo um processo que prejudicou naturalmente o nosso país", declarou Jerónimo de Sousa aos jornalistas.

O secretário-geral do PCP, que falava durante uma manifestação do Movimento Democrático de Mulheres, na baixa de Lisboa, observou, contudo, que "nesse processo das 'offshore' há sempre um dedo dos escritórios de advogados que têm por missão facilitar essas operações".

Jerónimo de Sousa fez estas declarações a propósito da notícia do Observador segundo a qual o anterior secretário de Estado dos Assuntos Fiscais, Paulo Núncio, foi advogado durante três anos da empresa petrolífera venezuelana PDVSA, responsável pela maior parte das transferências do Banco Espírito Santo (BES) para a 'offshore' do Panamá.

O secretário-geral do PCP respondeu aos jornalistas "com toda a prudência que resulta de uma qualquer notícia", considerando que "é evidente que é preciso essa confirmação".

"Como digo, não queria fazer a condenação sem primeiro assistir à investigação e ao julgamento necessário", reforçou.