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O ministro dos Negócios Estrangeiros peruano, Ricardo Luna, recebeu a delegação militar chilena em Callao, perto da capital, Lima, a qual irá permanecer no país durante dez dias para assistir na transferência dos afetados pelas inundações no Peru que desde dezembro fizeram 75 mortos e mais de duas centenas de feridos, afetando mais de 100 mil pessoas.

O embaixador do Chile em Lima, Roberto Ibarra, declarou que a ajuda “enquadra-se no espírito de cooperação e solidariedade entre vizinhos face a um problema partilhado em matéria de catástrofes naturais, que tem sido impulsionado pelos sucessivos governos chilenos e peruanos”.

Horas antes, aterrou em Lima um avião da Colômbia, com ajuda humanitária, e dois helicópteros UH60 “Black Hawk” que juntar-se-ão também às operações de resgate.

A ajuda de emergência é composta por 1.000 ‘kits’ com alimentos, 1.000 ‘kits’ de higiene pessoal, 3.000 mantas, 3.000 mosquiteiros e 2.000 tendas tipo iglo para seis pessoas.

O Equador, por seu lado, enviou no domingo um avião da Força Aérea com 3.000 rações alimentares que cobrem três refeições diárias.

O Paraguai informou entretanto que durante esta semana também irá fazer chegar ao Peru aproximadamente dez toneladas de arroz, bem como mil ‘kits’ de higiene pessoal e de limpeza.

Desde dezembro, foram registados, além de 75 mortos, 264 feridos, 20 desaparecidos e 100.000 desalojados, com as cheias a afetarem um total de 630.000 pessoas.

As inundações foram causadas pelas piores chuvas registadas nas duas últimas décadas no Peru.

As chuvas inesperadas foram seguidas de tempestades, que atingiram fortemente a costa do país, na sequência do aquecimento da superfície das águas no Oceano Pacífico, prevendo-se que continuem ainda por mais duas semanas.

Em 1998, morreram 374 pessoas no Peru, na sequência de um período semelhante de precipitação intensa e cheias atribuídas ao fenómeno ‘El Niño’.