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“Restaurar o diálogo com os serviços especiais dos Estados Unidos e outros membros da NATO é mutuamente benéfico”, disse Putin numa cerimónia com responsáveis do Serviço Federal de Segurança (FSB), transmitida pela televisão.

“É preciso cultivar ao mais alto nível a colaboração em matéria antiterrorista com os nossos parceiros estrangeiros”, acrescentou.

O presidente russo sublinhou a importância, para “a eficácia dos esforços conjuntos”, da mais “simples troca de informação sobre os canais e as fontes de financiamento dos terroristas e os suspeitos de terrorismo”.

E insistiu que “não é culpa” de Moscovo a suspensão dos contactos entre a Rússia e o Ocidente, uma alusão ao facto de que foram os Estados Unidos e a NATO que os congelaram depois da anexação russa da Crimeia e da ingerência da Ucrânia.

Mas Putin também criticou a NATO, que “está constantemente a provocar” a Rússia, e disse ter travado ações de mais de 400 agentes especiais estrangeiros, sem dar pormenores.