Reparámos que tem um Ad Blocker ativo.

A informação tem valor. Considere apoiar este projeto desligando o seu Ad Blocker.

Pode também apoiar-nos subscrevendo a nossa ou seguindo-nos nas redes sociais Facebook, Instagram e Twitter.

Reparámos que tem um Ad Blocker ativo.

A informação tem valor. Considere apoiar este projeto desligando o seu Ad Blocker.

Pode também apoiar-nos subscrevendo a nossa ou seguindo-nos nas redes sociais Facebook, Instagram e Twitter.

A chefe do Governo escocês, Nicola Sturgeon, anunciou esta semana que vai lançar o processo para realizar um novo referendo sobre a independência em finais de 2018 ou princípios de 2019, porque a Escócia não concorda com a saída da União Europeia (UE).

Num discurso em Cardiff, Theresa May defendeu a “preciosa união” da Inglaterra, Escócia, Irlanda do Norte e Gales e condenou o “nacionalismo obsessivo e divisor” do Partido Nacionalista Escocês (SNP), no poder em Edimburgo.

“É agora evidente que utilizar o ‘Brexit’ como pretexto para organizar um segundo referendo sobre a independência era o único objetivo do SNP desde junho”, quando os britânicos aprovaram a saída do Reino Unido em referendo, disse May.

O “número dois” do SNP, Angus Robertson, acusou hoje por seu lado May de “arrogância” ao tentar bloquear o referendo sobre independência, numa reunião com militantes em Aberdeen.

Respondendo às declarações da primeira-ministra na quinta-feira, de que “não é altura” para o referendo, Robertson afirmou: “Que não haja dúvidas, a Escócia terá o seu referendo e as pessoas deste país poderão escolher. Não lhes será negado o direito a escolher”