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Deu que falar durante o período eleitoral e continua a fazer a correr muita tinta após ser conhecido o desfecho das eleições do dia 8 de novembro de 2016. Trata-se do famoso muro fronteiriço entre o México e os EUA.

Ninguém lhe ficou indiferente e o mundo está expectante quanto à resolução e viabilidade desta promessa. No entanto, o presidente eleito mantém-se irredutível aos seus princípios e ontem, dia 6, voltou a reiterar das suas intenções.

"A imprensa desonesta não informa que qualquer verba a ser gasta na construção do Grande Muro será reembolsado pelo México mais lá para a frente", escreveu Donald Trump, como tem sido seu hábito a esta parte, na conta pessoal do Twitter.

Esta declaração não passou em claro e teve direito a resposta por parte do ex-presidente mexicano (entre 2000 e 2006) Vicente Fox . Este reagiu, também no Twitter, garantindo que o México "não vai pagar por esse maldito muro".

"TRUMP, quando é que vais entender que não vamos pagar por esse maldito muro. Seja claro com os contribuintes. São eles que o vão pagar", escreveu Fox.

Kellyanne Conway, principal assessora de Trump, no mesmo dia, voltou a reafirmar em entrevista que "nada mudou" e que o "México vai pagar" pelo muro.

"O Congresso está analisar a possibilidade de o pagar, mas apenas para que se avance com a sua construção o mais rápido possível. Depois faremos com que o México pague", disse Conway à CNN.

O custo do projeto não foi estabelecido. No entanto, é estimado que ronde na casa dos mil milhões de dólares.

Para agilizar a construção do muro, os republicanos - que controlam Congresso - e a equipa de transição de Trump vão basear-se numa de lei de 2006, crivada pelo presidente George W. Bush, que autoriza a construção de uma "barreira física" na fronteira com o México, de acordo com o Politico.

Esta lei não estipula limites de tempo, extensão ou tipo de barreira, o que lhe permite ser a base legal para a construção do muro.