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“Podemos acabar com [o acordo] de forma unilateral. Nós ainda não informamos os nossos interlocutores [europeus], mas está nas nossas mãos. A partir de agora, podemos dizer que não o vamos aplicar e acaba”, disse o chefe da diplomacia turco, Mevlut Cavusoglu, em entrevista ao canal 24TV.

O ministro criticou a UE por não ter permitido que os turcos viajassem sem visto em troca do acordo, um incentivo que tinha sido prometido à Turquia, que cumpriu o seu lado do acordo.

Aos olhos de Bruxelas a legislação antiterrorismo turca, considerada draconiana, não é aceitável.

“A liberalização dos vistos é um pré-requisito”, estimou o ministro.

O acordo de migração entre a União Europeia e a Turquia foi assinado há um ano, em Bruxelas, para parar a chegada diária de milhares de migrantes de barco às ilhas gregas.

O acordo prevê a deslocalização para a Turquia de todos os migrantes, incluindo os requerentes de asilo, e permitiu reduzir drasticamente as chegadas à Grécia.

A Turquia recebeu três mil milhões de euros de ajuda financeira no âmbito do acordo.

As relações entre a Turquia e a União Europeia deterioraram-se após a Alemanha e a Holanda terem recusado a ministros turcos que realizassem nos seus territórios comícios de apoio ao referendo sobre o aumento dos poderes do Presidente turco, Recep Tayyip Erdogan.