Reparámos que tem um Ad Blocker ativo.

A informação tem valor. Considere apoiar este projeto desligando o seu Ad Blocker.

Pode também apoiar-nos subscrevendo a nossa ou seguindo-nos nas redes sociais Facebook, Instagram e Twitter.

Reparámos que tem um Ad Blocker ativo.

A informação tem valor. Considere apoiar este projeto desligando o seu Ad Blocker.

Pode também apoiar-nos subscrevendo a nossa ou seguindo-nos nas redes sociais Facebook, Instagram e Twitter.

"O meu relacionamento com o exterior, neste caso com o doutor António Domingues, tinha de passar necessariamente pela tutela", sustentou Álvaro Nascimento, ouvido na comissão parlamentar de inquérito à CGD.

Nascimento era presidente não executivo e José de Matos presidente executivo na gestão anterior à de António Domingues, que viria também a sair do banco público, sendo substituído pelo atual presidente executivo Paulo Macedo.

Álvaro Nascimento disse que da sua administração não houve "qualquer obstaculização ou retenção de informação que pudesse ser relevante" passar a Domingues, nomeadamente em torno do processo de recapitalização da CGD, que foi sendo negociado pelo Governo com as entidades internacionais.

"Houve reuniões que aconteceram" com António Domingues numa "lógica de passagem de testemunho" e com salvaguarda deontológica e sigilosa de informação, em encontro sempre intermediados pelas Finanças, vincou o antigo presidente não executivo.

Atualmente, está em funcionamento uma comissão de inquérito, constituída ainda na anterior sessão legislativa, que se debruça sobre a gestão da CGD desde o ano 2000 e sobre os motivos que estão na origem da necessidade de recapitalização do banco público - é nesta comissão de inquérito que Nascimento é hoje escutado.

Paralelamente, está em funcionamento uma outra comissão de inquérito onde se pretende esclarecer, no prazo de quatro meses, a atuação do atual Governo na nomeação e demissão da anterior administração do banco público, liderada por António Domingues.