Reparámos que tem um Ad Blocker ativo.

A informação tem valor. Considere apoiar este projeto desligando o seu Ad Blocker.

Pode também apoiar-nos subscrevendo a nossa ou seguindo-nos nas redes sociais Facebook, Instagram e Twitter.

Reparámos que tem um Ad Blocker ativo.

A informação tem valor. Considere apoiar este projeto desligando o seu Ad Blocker.

Pode também apoiar-nos subscrevendo a nossa ou seguindo-nos nas redes sociais Facebook, Instagram e Twitter.

Trata-se de um projeto privado angolano, orçado em 5 mil milhões de dólares (4,6 mil milhões de euros), o maior empreendimento imobiliário do género no país, que a Lusa noticiou a 08 de janeiro último e cujo contrato foi hoje formalizado na Agência Nacional de Investimento Privado (ANIP).

"Temos um projeto para 15 anos, vamos fazer um grande esforço porque sabemos a carência que existe, de habitação, no país", explicou aos jornalistas Hernâni Ribeiro, diretor-geral da Organizações Ribeirinho, promotor angolano do investimento.

Envolverá o recrutamento de 14.000 trabalhadores angolanos e seis mil expatriados, sendo financiado por investidores canadianos e envolverá empreiteiros de várias nacionalidades.

"Afinal de contas, 60.000 casas não se constroem apenas com um empreiteiro. Temos vários", assumiu Hernâni Ribeiro.

De acordo com os termos do contrato de investimento, conforme noticiado anteriormente pela Lusa, está prevista a construção de 60.000 casas de tipologia T3, de 100 metros quadrados, entre as províncias de Luanda (15.000), Bengo, Zaire, Malanje, Cuanza Sul, Lunda Sul, Moxico, Huambo, Huíla e Benguela.

O contrato de investimento, hoje rubricado, foi aprovado por decreto presidencial, de 05 de janeiro, documento que sublinha o objetivo de "melhoria do bem-estar das populações, o aumento do emprego, bem como o fomento do empresariado angolano".

Ao abrigo da Lei do Investimento Privado, este projeto contará com apoios públicos, através do contrato entre a ANIP, que representa o Estado angolano, e o investidor. Nomeadamente a isenção do pagamento de vários impostos - Industrial, sobre Aplicação de Capitais, Aduaneiros entre outros -, durante três a cinco anos.

A implementação de um projeto habitacional "com viabilidade socioeconómico com qualidade", a promoção das regiões "mais desfavorecidas" do país e a criação de novos postos de trabalho são objetivos assumidos pelos promotores deste investimento.

PVJ // EL

Lusa/Fim