Reparámos que tem um Ad Blocker ativo.

A informação tem valor. Considere apoiar este projeto desligando o seu Ad Blocker.

Pode também apoiar-nos subscrevendo a nossa ou seguindo-nos nas redes sociais Facebook, Instagram e Twitter.

Reparámos que tem um Ad Blocker ativo.

A informação tem valor. Considere apoiar este projeto desligando o seu Ad Blocker.

Pode também apoiar-nos subscrevendo a nossa ou seguindo-nos nas redes sociais Facebook, Instagram e Twitter.

"O ministério lamenta e reconhece que foram cometidos erros na elaboração dos referidos folhetos. Informamos que todos os exemplares que haviam sido distribuídos, já foram recolhidos", refere um comunicado do MCIA enviado à Lusa.

A nota refere que o MCIA tomou "as medidas e procedimentos adequados" para que o folheto seja reimpresso "com o máximo rigor" sendo que "o custo para a impressão dos novos catálogos vai ser integralmente assumido pela empresa que produziu" os folhetos.

A Lusa noticiou esta semana que pelo menos dois mil exemplares do folheto de promoção de produtos timorenses tinham que ser destruídos por terem centenas de erros.

A ideia do folheto a cores, de 26 páginas, era dar a conhecer o potencial de vários produtos timorenses, do sal marinho à madeira de teca, do bambu ao café e ao óleo de coco, dos panos tradicionais (tais) ao arroz vermelho e negro.

Só que os textos em inglês e português que apresentam cada produto estão com tantos erros que o folheto teve de ser totalmente revisto.

Os folhetos do Ministério do Comércio, Industria e Ambiente (MCIA) de Timor-Leste já tinham sido enviados para várias embaixadas de Timor-Leste e distribuídos por vários locais no país, incluindo hotéis.

Aníbal Carvalho Martins, diretor de promoção e marketing do MCIA, já tinha explicado à Lusa que os 2.000 exemplares, que custaram cerca de 25 mil dólares, foram produzidos por uma empresa gráfica timorense que ficou encarregue de preparar os textos.

ASP // VM

Lusa/Fim