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"Este é um ano de grandes desafios e, como sabemos, temos de enfrentar o pleito eleitoral, em agosto do corrente ano. E para alcançarmos a vitória, uma vitória que seja retumbante, que esteja à dimensão dos 60 anos do nosso partido, é preciso que trabalhemos, que trabalhemos bem e bastante", afirmou João Lourenço.

O também ministro da Defesa de Angola falava em Luanda, na sede do partido, na habitual cerimónia de cumprimentos de Ano Novo, tendo enfatizado a necessidade de preparar desde já as próximas eleições, presidenciais e legislativas.

"É preciso trabalharmos buscando objetivos muito concretos, trabalhando de forma colegial, porque sozinho ninguém alcança vitórias. Aqui não há milagreiros, como dizem os brasileiros", disse ainda.

João Lourenço, que enquanto indicado como cabeça-de-lista do partido concorre para o cargo de Presidente da República, ocupado desde 1979 por José Eduardo dos Santos, enfatizou: "Um dirigente, sozinho, não garante a vitória do MPLA. Em conjunto sim".

Acrescentou a convicção que "mais uma vez" o MPLA vai "saber merecer a confiança do eleitorado, de uma forma geral a confiança dos cidadãos angolanos, que reconhecem em nós o único partido à altura de dirigir os destinos do nosso país".

Por isso, defendeu, 2017, "por ser um ano de trabalho, não é um ano de grandes discursos".

Será um ano em que "a gente quer ver ações concretas, muito trabalho" e em que serão necessárias "horas extras".

"Já sabemos que não vamos poder trabalhar como funcionários. Não há oito horas de trabalho. De agora até agosto, vamos trabalhar quantas horas forem necessárias, para que consigamos obter os tais bons resultados, nas eleições", rematou.

PVJ // EL

Lusa/Fim