• O pós-Califado Islâmico espalha-se pelo mundo
    O pós-Califado Islâmico espalha-se pelo mundo
    O Governo iraquiano acaba de anunciar o fim do domínio do ISIS [o autoproclamado Estado Islâmico] em Mossul, após capturar a simbólica mesquita Grand al-Nuri, naquela que foi a capital do grupo no Iraque. Foi nessa mesquita que Abu Bakr al-Bagdadi an
  • 1, 2, 3, teste
    1, 2, 3, teste
    Anuncio para hoje uma intervenção tripartida, entre curtas justificações e desabafos. Há duas semanas escrevi aqui, e mal – não posso deixar passar em claro. Na semana passada não escrevi aqui, e menos mal – deixei passar em claro; não posso. Na próx
  • Bater com a porta à escravatura do glamour
    Bater com a porta à escravatura do glamour
    Quem trabalha na área da moda, na televisão, nas revistas femininas, e mesmo na rádio, é habitualmente olhado com um misto de admiração e inveja. Há um glamour associado a estas áreas que, infelizmente, não tem exacta correspondência com o real. Não
  • Summer of love
    Summer of love
    The summer of love começou num inverno, o de há 50 anos. Principiou em 14 de janeiro de 1967, no parque da ponte Golden Gate, de San Francisco, lugar da convocatória pelo poeta beatnick Allen Ginsberg e pelo papa da então legal LSD, Timothy Leary, pa
  • Fogo que arde e que se vê
    Fogo que arde e que se vê
    Olho para a tragédia de Pedrogão Grande e lembro-me de há uns dos anos ter ouvido falar num projeto intitulado — “Self Prevention: Modelo Auto Organizativo — para a Prevenção de Incêndios Florestais, uma coisa que apesar do nome ter pinta e parecer u
  • Incêndio no jornalismo português
    Incêndio no jornalismo português
    Deflagrou um incêndio de grandes proporções, esta semana, no jornalismo português. Há grandes áreas que, para bem do país, se mantém intactas, mas outras, as que têm as maiores plantações de eucalyptus eticas zeru estão ainda cobertas de fogo.
  • Estar à altura
    Estar à altura
    Muitas das melhores histórias não são escritas no teclado do computador, saem directamente do coração. O ofício de jornalista trata de construir frases para dar a entender, com a maior precisão e clareza possíveis, aquilo que de relevante acontece. À
  • O país dos especialistas da tragédia
    O país dos especialistas da tragédia
    Ainda se apuravam os factos fundamentais da tragédia de Pedrógão Grande e já muitas pessoas invadiam o púlpito das redes sociais, não para demonstrar o choque, o pesar ou o luto, mas para identificar o culpado com imediatez. Esta tendência para a aná
  • Abraços que queimam
    Abraços que queimam
    Não percebo nada de matas ou florestas e não é oportunismo para ganhar pageviews ou likes. É apenas a possibilidade de ampliar o eco de algumas vozes que já se fizeram ouvir sobre a catástrofe de Pedrogão. 
  • Três incêndios que nos doem
    Três incêndios que nos doem
    Hoje, tinha pensado escrever sobre o Facebook. Aliás, até posso revelar a ideia: queria falar das armadilhas em que caímos nessa nossa outra vida virtual. Seria um texto leve, divertido (se conseguisse), cheio de piscadelas de olho. Mas depois liguei
  • 40 graus em Lisboa não é assim tanto
    40 graus em Lisboa não é assim tanto
    “Eles dizem” que Lisboa chega hoje aos 40 graus. Gostamos muito de tratar os meteorologistas como uma entidade nebulosoa. Eles dizem que ‘tá de chuva, eles dizem que para a semana chega à nossa costa o furacão Ana Malhoa (acho que não existe, mas era
  • Quotas. A favor ou contra?
    Quotas. A favor ou contra?
    Não sei se as quotas servem para mudar mentalidades ou apenas para perpetuar essa ideia de que alguns homens nos fazem favores imensos em consentir a nossa presença. A presença da mulher em lugares de poder é diferente, sendo só mera presença, adiant
  • Santo António não se acabou
    Santo António não se acabou
    Há 33 anos e 1 dia morria o António Variações. Lembro-me como se fosse anteontem. Eu era bem pequenino, mas o Variações era bem grande; impensável  esquecer-lhe a vida, impossível esquecer-lhe a morte. Por muito que Portugal ainda fosse um país de me
  • A arma televisiva
    A arma televisiva
    Hamad bin Khalifa, emir do Qatar durante 18 anos (de 1995 até abdicar para o filho em 2013), chegado ao poder depois de derrubar o pai num golpe de estado, liderou um pequeno país que não chega a ter o tamanho da Estremadura e Ribatejo juntos, mas qu
  • 73 virgens e um boné do Benfica
    73 virgens e um boné do Benfica
    Hoje decidi abordar o fundamentalismo islâmico, na óptica do utilizador. Vamos fazer um ponto de situação, e buscar por alternativas que talvez satisfaçam todos. Não podemos andar com isto de não se poder desenhar turbantes, de ter medo de pessoas de

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