• A ferida aberta
    A ferida aberta
    Tenho ouvido algumas vozes mais precipitadas - não lhes quero chamar tontas… - dizerem que os 120 despedimentos no processo que envolve os jornais Sol e i só têm grande destaque por se tratar de jornalistas a escrever sobre colegas jornalistas. Como
  • Governar bem também pede utopia
    Governar bem também pede utopia
    A tarefa dos políticos consiste em resolver os problemas. Marcelo Rebelo de Sousa, intuitivo a entender o essencial, logo que o governo de António Costa foi empossado tratou de murchar o ímpeto de quem andava pela direita encrespado em guerrilhas, ao
  • Uma questão de educação (política)
    Uma questão de educação (política)
    O governo de António Costa tomou posse há quatro dias e já é claro que uma das marcas da nova governação é mudar o que existe, qualquer que seja a área, sem avaliações e sem qualquer debate público. O fim apressado e até atabalhoado dos exames do 4º
  • O mérito é uma ideia perigosa
    O mérito é uma ideia perigosa
    O mérito é bom. A meritocracia é uma ideia de uma sociedade evoluída. Mas, como acontece em tantas outras situações, nada pior para estragar uma boa ideia – uma ideia com mérito – do que usá-la a pretexto de tudo e de nada e esquecê-la olimpicamente
  • Ironias...
    Ironias...
    Nos seus momentos de solidão, o Presidente Cavaco Silva deve seguramente perguntar-se muitas vezes "que mal fiz eu para merecer isto?"…
  • Boa sorte, Mário Centeno
    Boa sorte, Mário Centeno
    São 17 os ministros do novo governo e depois ainda virão os secretários de Estado. Mas nem todos têm a mesma importância. Não se trata de desvalorizar uma ou outra área, trata-se apenas de perceber que os danos e as virtudes que ocorram nas várias pa
  • As seis condições de Cavaco
    As seis condições de Cavaco
    Cavaco Silva deu sinais contraditórios nos últimos dias em relação à indigitação de António Costa como primeiro-ministro e agora regressou à casa de partida; foi coerente com as primeiras exigências e quer mais do que uma espécie de acordo. Se lhe ch
  • Guerra em tempo de paz
    Guerra em tempo de paz
    Ontem à noite, enquanto na televisão se mostravam as imagens dos tiroteios em Saint-Denis, e se descrevia a meticulosidade com que os militares franceses foram directos à casa de quem sabiam que tinha qualquer coisa a ver com os ataques de sexta-feir
  • Saint Denis
    Saint Denis
    "Na catedral dos franceses, ouço as balas repicar. Não se coroa Jeanne D'Arc. Prende-se quem me quer matar".
  • Que forças temos para enfrentar esta ameaça?
    Que forças temos para enfrentar esta ameaça?
    Os bárbaros do "Estado Islâmico" (EI), de facto um bando de criminosos que se autoproclama califado e que controla um território com o tamanho das ilhas britânicas, não gostam que a gente se divirta, ria e cante e dance em bares. Era só o que faltava
  • E os refugiados?
    E os refugiados?
    Deixemos a política doméstica por momentos. Já passaram mais de 48 horas sobre os horrendos atentados de Paris, os piores em solo francês desde a 2ª guerra mundial. Não é o tempo suficiente para conclusões sobre o estado de guerra em que todos nós, o
  • A história dos maus da fita
    A história dos maus da fita
    Desde Janeiro, quando dois ataques da Al-Qaïda incluiram a redacção da revista Charlie Hebdo, que os parisienses não passavam por tão grande pânico – aliás, maior, uma vez que desta vez ocorreram sete ataques simultâneos e morreu mais de uma centena
  • E agora?
    E agora?
    Tivemos a confirmação de que agora os terroristas matam também em Paris tal como fazem em Bagdad ou em Beirute. Já tinham atacado em Londres e em Copenhaga, como em Ankara ou em Tunes.
  • O dia a seguir ao 25 de Novembro
    O dia a seguir ao 25 de Novembro
    Lamento, mas não me lembro. O que felizmente me dispensa de manifestações exacerbadas sobre o perigo comunista ou sobre a reacção fascista. Sei o que aconteceu, li nos livros da História, acho que compreendi razoavelmente bem os factos e o contexto d
  • Nem muro nem vedação
    Nem muro nem vedação
    Sinceramente, a crise política que vivemos interessa-me pouco. Não porque ela não vá ter peso e influência na vida de todos nós - oh se vai… -, mas porque me irrita ouvir as mesmas palavras em bocas diferentes, os mesmos argumentos em sentidos contrá

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