A droga, canábis-resina correspondente a 140 doses médias individuais, foi apreendida pelos guardas prisionais, não chegando por isso a ser entregue ao destinatário, “com o objetivo de ali ser distribuída”, segundo o despacho de acusação elaborado pelo Departamento de Investigação e Ação Penal da Comarca de Porto-Este e sintetizado pela PGD do Porto na sua página de Internet.

Os dois outros acusados no processo são o próprio recluso que devia receber a droga e uma mulher que, de acordo com a acusação do MP, pediu à advogada que a levasse ao interior da cadeia quando fosse ao estabelecimento prisional.

Estão todos acusados de tráfico de estupefacientes agravado.

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