“O cruzeiro de março mostra que há um bom recrutamento e oportunidades acrescidas para o futuro da pesca da sardinha em Portugal”, afirmou Ricardo Serrão Santos, em reposta aos deputados, durante uma audição parlamentar na Comissão de Agricultura e Mar.

De acordo com o governante, esta realidade vem confirmar os dados que já tinham sido apurados no cruzeiro de setembro.

O grupo de trabalho da sardinha, maioritariamente constituído por Portugal e Espanha, está agora a trabalhar para integrar os dados destes cruzeiros científicos.

O ministro do Mar disse ainda que sempre defendeu que os dados científicos devem ser arbitrados por outras entidades, que não aquelas que os apuraram, e também internacionalmente.

Assim, este grupo de trabalho vai reunir no próximo mês “para reavaliar o processo para o pós junho”.

Conforme notou Ricardo Serrão Santos, inicialmente o Conselho Internacional para a Exploração do Mar (ICES, na sigla em inglês) informou que “os pedidos especiais estavam adiados devido à covid-19”, porém Portugal insistiu e “puxou dos seus galões”, uma vez que já pertence a este organismo desde 1920, para que a reunião avançasse.

O último relatório do ICES revelou que a biomassa de sardinha com um ou mais anos recuperou 52% entre 2015 (117,9 mil toneladas) e 2019 (179,4 mil toneladas).

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