Segundo Júlia Fernandes, vice-presidente da Comunidade Intermunicipal do Cávado, entre aqueles documentos contam-se livros, jornais, monografias, postais, fotografias e cartazes.

“A ideia é que a AquaLibri seja um repositório do património dos seis municípios do Cávado”, referiu.

Júlia Fernandes sublinhou que aquela é uma biblioteca “em permanente atualização” e “sempre aberta” para receber novo espólio, seja de instituições, de associações ou de particulares.

“Quem tiver, por exemplo, uma coleção de fotografias em casa que julgue ter interesse para a região pode disponibilizá-la que nós encarregar-nos-emos de a digitalizar e de a colocar disponível para o público em geral”, acrescentou.

Disponível em https://aqualibri.cimcavado.pt/ e hoje apresentada oficialmente em Braga, a biblioteca é um projeto desenvolvido pela Rede Intermunicipal de Bibliotecas de Leitura Pública do Cávado (RIBCA), criada em 2018 no âmbito da Comunidade Intermunicipal do Cávado (CIM Cávado).

Aquela rede engloba as bibliotecas municipais de leitura pública de Amares, Barcelos, Braga, Esposende e Vila Verde e ainda o município de Terras de Bouro.

“Esta biblioteca digital de acesso aberto tem como objetivo principal preservar e tornar acessível à comunidade o património bibliográfico e documental da região, constituído pelas coleções dos fundos locais das bibliotecas e por coleções particulares e arquivos familiares, associativos ou outros, bem como recursos de informação científica, atualmente dispersos e nem sempre acessíveis”, refere um comunicado da CIM do Cávado.

O projeto foi financiado pelo programa PADES – Programa de Apoio ao Desenvolvimento de Serviços das Bibliotecas Públicas, promovido pela Direção-Geral do Livro, Arquivos e Bibliotecas.

O financiamento resultou de uma candidatura que rondou os 30 mil euros.

A AquaLibri foi concebida no espírito colaborativo das bibliotecas públicas e pretende estimular a participação dos cidadãos, através do depósito de espólios pessoais, familiares, institucionais, de sua autoria ou propriedade patrimonial, proporcionando o acesso aberto à memória coletiva.

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