A peregrinação, 104 anos depois dos acontecimentos na Cova da Iria, começa às 21:30 com a recitação do terço, seguida da procissão das velas e celebração da palavra.

Na quinta-feira, às 09:00 é recitado o terço, realizando-se depois a missa, que inclui uma palavra dirigida aos doentes, com as celebrações a terminarem com a procissão do adeus.

O cardeal Tolentino Mendonça é bibliotecário e arquivista do Vaticano.

Segundo o santuário, estão inscritos 20 grupos de Portugal e um grupo da Áustria.

Na semana passada, o Santuário de Fátima, no concelho de Ourém (Santarém), anunciou que as celebrações da peregrinação de 12 e 13 de maio vão ter um limite de 7.500 pessoas, justificando que a pandemia de covid-19 “ainda não oferece garantias” para acolher “sem reservas” todos os fiéis.

Numa informação disponibilizada no seu ‘site’, a instituição explica que as entradas no recinto processam-se por oito locais, devidamente assinalados, nos lados norte e sul do santuário, onde estarão “acolhedores, com dispensadores de álcool gel, que indicarão os lugares para onde deverão seguir os peregrinos que se devem manter no mesmo sítio durante as celebrações”.

Os espaços ao longo do recinto estão assinalados por círculos e em cada um poderão ficar apenas peregrinos que pertençam ao mesmo agregado, adianta, referindo que durante as celebrações “as zonas da Capelinha das Aparições e do queimador das velas estarão vedadas.

Na Capelinha “apenas poderão estar os intervenientes em cada uma das celebrações” e a comunhão vai ser distribuída no lugar, sendo o ministro (pessoa que distribui a comunhão) a deslocar-se até cada um dos fiéis.

O ano passado, devido à pandemia de covid-19, esta peregrinação realizou-se sem fiéis, o que aconteceu pela primeira vez. Já na peregrinação de outubro não foi atingido o limite de 6.000 pessoas que tinha sido estipulado.

Num vídeo disponibilizado no ‘site’ do santuário, o reitor, Carlos Cabecinhas, reconhece que 7.500 peregrinos são menos do que aqueles que gostaria que pudessem estar presentes no recinto.

“Como sabeis, ainda não adquirimos os níveis de vacinação que nos permitam encarar com tranquilidade esta pandemia, que nos vai surpreendendo sempre”, refere, insistindo: “Não é, por isso, ainda o tempo de nos juntarmos todos”.

Aos que não puderem deslocar-se a Fátima, Carlos Cabecinhas sugere que “acendam uma vela e rezem” na igreja ou em casa, “ligados a Fátima e unidos a Nossa Senhora em oração”, pois “a oração restitui o conforto e ajuda a vencer os medos”.

“Juntos rezaremos pelo fim da pandemia e pela paz no Mundo”, acrescentou.

Porque o seu tempo é precioso.

Subscreva a newsletter do SAPO 24.

Porque as notícias não escolhem hora.

Ative as notificações do SAPO 24.

Saiba sempre do que se fala.

Siga o SAPO 24 nas redes sociais. Use a #SAPO24 nas suas publicações.