De janeiro a julho de 2018, período homólogo ao analisado, foram contabilizadas 448.263 vagas de emprego.

Pelo quarto mês consecutivo, houve geração de emprego formal (com vínculo), com julho a somar a abertura de 43.820 vagas de trabalho, um crescimento de 0,11% em relação ao mês anterior.

O indicador analisado mede a diferença entre contratações e demissões, segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) do pelo Ministério da Economia.

Em julho, o destaque foi para o setor da construção civil, que apresentou melhores resultados do que nos meses anteriores, com 18.721 novos postos de trabalho, reflexo de investimentos recentes no setor, especialmente no Estado de Minas Gerais.

“Consideramos que o mercado de trabalho tem apresentado sinais de recuperação gradual, em consonância com o desempenho da economia. O Governo vem adotando medidas de impacto estrutural e esperamos reflexos positivos no mercado de trabalho, na medida do aprofundamento das reformas”, disse o secretário do Trabalho do Ministério da Economia, Bruno Dalcolmo, citado no 'site' da tutela.

De acordo com o Governo, sete dos oito setores económicos do país contrataram mais do que demitiram em julho.

"O saldo ficou positivo na construção civil, serviços, indústria de transformação, comércio, agropecuária, extração de minérios e serviços industriais de utilidade Pública. Apenas a administração pública teve saldo negativo", acrescentou a tutela.

Em relação ao desempenho regional, todas as regiões do Brasil tiveram crescimento no mercado formal de trabalho em julho. O maior resultado foi registado na região sudeste, com 23.851 vagas de emprego.

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