Os quatro dias de exercícios visam demonstrar a “poderosa determinação dos aliados de responder às provocações norte-coreanas” e melhorar a capacidade de realizar operações navais conjuntas, disse a marinha sul-coreana, em comunicado.

Mais de 20 navios das marinhas dos EUA e da Coreia do Sul, incluindo o porta-aviões nuclear USS Ronald Reagan, caças e helicópteros, foram mobilizados para os exercícios, sublinhou a mesma nota.

Este é o primeiro exercício militar conjunto a envolver um porta-aviões norte-americano desde 2017.

Desde então, os dois países cancelaram ou reduziram a escala dos exercícios militares conjuntos, numa tentativa de facilitar as negociações sobre o programa nuclear da Coreia do Norte, ou, mais tarde, para prevenir surtos de covid-19.

A Coreia do Norte acelerou os testes de armamento para um ritmo recorde em 2022. O regime lançou mais de 30 armas balísticas, incluindo os primeiros mísseis balísticos intercontinentais desde 2017, e continua a expandir as capacidades militares, de acordo com observadores, enquanto as negociações registam atualmente um impasse.

A ameaça norte-coreana também deverá estar na agenda da vice-presidente dos Estados Unidos, Kamala Harris, durante a visita à Coreia do Sul, esta semana, depois de participar no funeral de Estado, em Tóquio, do antigo primeiro-ministro japonês Shinzo Abe, morto a tiro a 08 de julho.

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