“Estamos a preparar outro conjunto de sanções a aplicar nesta situação”, adiantou Jake Sullivan à estação televisiva norte-americana CNN, quatro dias após uma cimeira em Genebra (Suíça) entre o presidente norte-americano e o seu homólogo russo, Vladimir Putin.

No encontro em solo helvético, Joe Biden garantiu ter transmitido a Putin que as consequências serão “devastadoras” para a Rússia, se Alexei Navalny, atualmente detido, vier a morrer.

O presidente norte-americano enfatizou também na conferência de imprensa após essa cimeira que os EUA irão continuar a relevar os casos dos “direitos humanos fundamentais”, como o do opositor russo.

Navalny, o inimigo político mais contestatário a Putin, foi preso em janeiro ao regressar da Alemanha, onde passou cinco meses em recuperação na sequência de um envenenamento por um agente nervoso que atribui ao Kremlin, acusação que as autoridades russas rejeitam.

Em fevereiro, Navalny foi condenado a dois anos e meio de prisão por violar os termos da sentença suspensa de uma condenação por peculato de 2014, que negou e garantiu ter apenas uma motivação política.

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