Austin destacou o compromisso, no seu discurso virtual, durante a reunião de hoje com os oficiais de defesa de 44 países, para coordenar a assistência militar à Ucrânia.

“Temos muito que fazer juntos, e é assim que avançaremos, juntos”, afirmou Austin aos membros do grupo que realizaram há um mês um primeiro encontro em Ramstein, Alemanha, e agora voltaram a reunir-se, com a presença de mais cinco países — Áustria, Bósnia-Herzegovina, Colômbia, Irlanda e Kosovo.

O secretário salientou que, desde o início da guerra causada pela invasão russa, a Ucrânia já alcançou uma “vitória histórica na batalha por Kiev”, que fez o Presidente russo, Vladimir Putin, dirigir o ataque para leste e sul, apesar de as tropas ucranianas continuarem a lutar “tão duramente e tão bem” quanto antes.

Aproveitando a presença na reunião do ministro da Defesa ucraniano, Alexei Reznikoff, e do vice-chefe das forças armadas do país, Austin garantiu-lhes que continuariam a trabalhar em conjunto para assegurar que a Ucrânia disponha de todo o equipamento que necessita para se defender.

Acrescentou ainda que o último pacote de ajuda norte-americana, no valor de 40 mil milhões de dólares (aproximadamente 37 mil milhões de euros), permitirá enviar à Ucrânia mais artilharia e veículos armados.

Em concreto, especificou que serão enviados ao país em guerra 18 novos canhões howitzer, 18 veículos táticos para os transportar, sistemas de radar e equipamento para o exército.

O secretário de Defesa dos EUA disse estar confiante que a reunião de hoje ajudará a identificar as necessidades da Ucrânia, melhorando a coordenação do apoio de diferentes países e discutindo a modernização das forças armadas do país.

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