Segundo adianta a Procuradoria-Geral Distrital de Lisboa (PGDL), durante o inquérito, dirigido pelo Departamento de Investigação e Ação Penal (DIAP) de Lisboa/Sede, ficou "suficientemente indiciado que, em 2012, o arguido decidiu fazer-se passar por médico e praticar atos médicos, embora não tivesse concluído a licenciatura em medicina e de não estar inscrito na Ordem dos Médicos".

De acordo com a acusação, entre março de 2013 e julho de 2014, o falso médico logrou desempenhar funções de ajudante de cirurgia, intervindo em cirurgias, e deu consultas médicas.

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