Em comunicado, a APA adianta que “o agravamento da situação foi identificado pela Direção Regional de Cultura do Algarve” e que o facto de se tratar de monumento com elevada visitação “tornou premente a intervenção” para estabilizar a fissura detetada naquela arriba.

A empreitada, orçada em 137 mil euros, tem uma duração prevista de três meses e integra-se no Plano de Ação do Litoral XXI e nas intervenções previstas para a Ponta de Sagres pelo Plano de Ordenamento da Orla Costeira Sines — Burgau.

Segundo a APA, neste momento, “encontram-se em curso as operações de furação da arriba, para de seguida proceder-se à colocação dos tirantes e sua selagem, que irão amarrar o bloco em risco à arriba estável”.

“O projeto contempla a execução de pregagens, de modo a prevenir o surgimento de novas fissuras no baluarte”, lê-se na nota.

A intervenção é financiada a 75% por fundos comunitários, através do Programa Operacional Sustentabilidade e Eficiência no Uso de Recursos (POSEUR).

O promontório de Sagres, em Vila do Bispo, corresponde a um pontal recortado em rochas muito resistentes e, conjuntamente com o Cabo de São Vicente e o pontal da Atalaia, insere-se na zona de arribas mais resistentes do litoral sul do Algarve.

No entanto, na zona exterior da Fortaleza foi observada uma descontinuidade, cujo desenvolvimento parece estar relacionado com uma fenda no baluarte, conclui a APA.

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