A GNR sublinha que “o excesso de velocidade continua a constituir em Portugal uma das principais causas da sinistralidade rodoviária grave, seja pela diminuição do tempo de reação do condutor para fazer face a um imprevisto, ou pelo agravamento das suas consequências em resultado da maior violência do embate”.

“Importa salientar que, quando a velocidade duplica, a distância de travagem quadruplica e, em caso de acidente, a probabilidade de resultarem vítimas mortais ou feridos graves aumenta de oito a 16 vezes”, enfatiza a GNR.

A GNR controlou, em 2019 e no primeiro semestre de 2020, a velocidade de mais de dez milhões de veículos, dos quais 227.443 circulavam em excesso de velocidade.

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