Em comunicado, a Polícia de Segurança Pública refere que aos arguidos foram aplicadas penas de prisão efetiva de oito, seis e cinco anos.

Um outro arguido envolvido no processo foi condenado a três anos e nove meses de pena efetiva por detenção de arma proibida.

Segundo a PSP, o líder do grupo criou e liderou uma organização para vender em Portugal armas de fogo, que modificava a partir de armas de venda livre, e munições, que fabricava.

A PSP explica que o ’modus operandi’ desta organização criminosa consistia na encomenda e aquisição de centenas de armas de alarme e armas de sistema Flobert a um armeiro, na Eslováquia e República Checa e, posteriormente, o transporte para Portugal, onde a organização tinha uma oficina preparada para a transformação daquelas armas em armas de fogo, bem como à fabricação de munições.

Durante a investigação, o Departamento de Armas e Explosivos da PSP recorreu aos diferentes mecanismos de partilha de informação, nacionais e internacionais, relacionados com a venda e posse ilícita de armas de fogo em Portugal e na Europa, adianta ainda o comunicado.

A PSP acrescenta que a investigação durou 22 meses e que foram detidas sete pessoas, realizados 47 mandados de busca e apreensão, sendo 13 domiciliários e 34 não domiciliários, e apreendidas 176 armas e mais de um milhar de munições.

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