Numa nota enviada à agência Lusa, a presidência do ISEP esclarece que o líder da União Nacional para a Independência Total de Angola (UNITA) obteve o grau de bacharel em engenharia eletrotécnica naquele instituto, em 13 de dezembro de 1995.

Segundo uma fonte contactada pela Lusa, à data, os cursos daquele instituto politécnico apenas conferiam o grau de bacharelato que foi concluído com uma média final de 11 valores.

Na semana passada, a revista Sábado noticiou que o presidente da UNITA, que se apresenta com engenheiro eletrotécnico, não teria concluído a licenciatura, nem no ISEP nem na Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto.

A deputada e jurista da UNITA, Mihaela Webba, disse na altura à Lusa que estava em causa “uma tentativa de linchamento” do presidente da UNITA e que as suspeitas em torno da licenciatura tinham origem em “interesses escusos”.

A UNITA, principal partido da oposição angolana, que concorre às eleições gerais marcadas para 24 de agosto de 2022, manteve sempre o silêncio sobre as alegações.

O mesmo fez Adalberto da Costa Júnior, que visitou a província angolana de Cabinda no fim de semana, para cumprir uma jornada política que teve como principal destaque o comício de sábado, marcando a abertura da pré-campanha eleitoral.

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