Jerónimo de Sousa discursou longamente no encerramento da 10.ª assembleia da Organização Regional de Setúbal do PCP, no Barreiro, distrito de Setúbal, e insistiu nas críticas ao executivo do PS, que tem apoiado no parlamento.

Sempre que Jerónimo se referiu ao PS, ao longo das nove páginas de discurso, era para criticar as opções dos socialistas e isso aconteceu pelo menos duas vezes, parte delas por ter buscado apoio a medidas ao PSD e ao CDS.

O PS fez, como o PSD e o CDS, “uma política de direita e integração capitalista europeia”, assim como “resistiu” a reverter a legislação laboral, ou por ter ficado “em cima do muro” quanto às mudanças no Serviço Nacional de Saúde, afirmou.

Outra crítica de Jerónimo de Sousa ao PS radica na “tentativa de impor” a descentralização de poderes para as autarquias, “com o apoio do PSD”.

E mesmo “os avanços” reivindicados pelos comunistas, como a reposição de rendimentos ou reduzir as taxas moderadoras na saúde, por exemplo, só foram possíveis por “o Governo minoritário do PS não ter as mãos completamente livres para impor a sua vontade”.

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