Kuleba salientou que essa decisão “irá definir em grande medida o futuro da Europa”, depois de se encontrar em Berlim com o co-presidente dos sociais-democratas alemães, Lars Klingbeil.

“Trata-se de ancorar a Ucrânia no projeto de integração europeia”, afirmou o ministro, acrescentando que “é óbvio” que o estatuto de país candidato “não implica uma adesão imediata”, mas sim “fixar legalmente” Kiev no processo de adesão.

Por outro lado, o ministro congratulou-se com o facto de a posição do governo alemão ter “avançado na direção certa” desde o início da guerra na Ucrânia, citando como exemplos as decisões de enviar armas para Kiev e de apoiar sanções mais duras contra a Rússia.

“Há uma dinâmica positiva nas relações, mas temos de assegurar que ela se mantenha, que avancemos e sejam tomadas as decisões certas”, apontou Kuleba, que no passado foi crítico em relação ao governo do chanceler, Olaf Scholz.

Já Klingbeil destacou que “da social-democracia” se percebe que Kiev está a lutar “pelos valores europeus” e disse estar convencido de que é necessário “abrir a perspetiva de adesão” para a Ucrânia e outros países.

Kuleba, que se deslocou à Alemanha para participar como convidado na reunião dos ministros dos Negócios Estrangeiros do G7 em Weissenhaus, no norte, também se reuniu esta manhã com representantes dos Verdes e ao meio-dia com o líder da União Democrata-Cristã (CDU), Friedrich Merz.

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