“Esta é uma caminhada que começámos, que vamos continuar, e é para isso que estamos aqui: para continuar aquilo que iniciámos”, salientou, ao intervir na Assembleia da República, numa sessão organizada pelo PS de despedida da atual legislatura.

António Costa começou por agradecer ao grupo parlamentar socialista por ter criado “condições” para que o Governo “se formasse e governasse”, assim como pelo “apoio inquebrantável” que deu à ação do Governo.

O líder socialista e primeiro-ministro referiu que, apesar de a legislatura chegar ao fim, a “missão do PS não chega ao fim, renova-se todos os dias, renova-se a cada legislatura”.

“E agora que esta missão termina, uma nova missão recomeça: a missão de nos apresentarmos aos portugueses de cabeça levantada, com humildade, mas também com determinação”, salientou António Costa.

Segundo o secretário-geral socialista, o PS deve apresentar-se aos portugueses com a “determinação” de “continuar a combater esta pandemia, a garantir o desenvolvimento económico e social do país” e a “melhorar o rendimento e as condições de vida dos portugueses e dos portugueses”, à semelhança do que foi iniciado em “novembro de 2015”.

Apesar de não ter sido o partido mais votado, o PS formou governo em 2015, depois de formalizar um acordo de incidência parlamentar com o Bloco de Esquerda e o PCP.

Volvidos seis anos com António Costa na chefia do Governo, o entendimento com os parceiros da esquerda parlamentar chegou ao fim, depois de BE, PCP e PEV terem votado contra a proposta de Orçamento de Estado para 2022, levando o Presidente da República a anunciar a dissolução do parlamento e a convocação de eleições legislativas antecipadas para 30 de janeiro.

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