“Abrimos às 08:00 ao CODU [Centro de Orientação de Doentes Urgentes] e agora estamos a gerir o serviço consoante a procura”, disse a mesma fonte, salientando que as urgências da MAC nunca fecharam e funcionaram normalmente.

A MAC solicitou às 19:30 de sábado ao CODU para não transferir grávidas até às 09:00 de domingo por uma questão de gestão de fluxos”, avançou à agência Lusa fonte do Centro Hospitalar de Lisboa Central.

Na MAC não se registam falhas de equipas médicas, como em outras unidades da região de Lisboa, e as urgências funcionaram normalmente, atendendo as grávidas que se desloquem pelos seus meios.

No entanto, começou a receber “muitas grávidas das várias zonas de Lisboa, inclusivamente da margem sul do Tejo”, devido a condicionalismos noutras unidades hospitalares, o que levou a um pico de afluência.

Essa situação faz com que a maternidade ficasse “com as vagas praticamente cheias”, uma situação que obrigou a uma “gestão de fluxos”, mas que ficou normalizada hoje às 08:00, referiu a mesma fonte.

Nos últimos dias, vários serviços de urgência de obstetrícia e ginecologia e bloco de partos de vários pontos do país tiveram de encerrar por determinados períodos ou funcionaram com limitações, devido à dificuldade dos hospitais em completarem as escalas de serviço de médicos especialistas.

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