Nascido em 09 de abril de 1943, João Rodrigo iniciou a carreira em Angola com o nome artístico de João Carlos.

"Era um homem com um extraordinário sentido de humor. Um homem bom", escreve a Casa do Artista na sua página no Facebook.

Além de teatro João Rodrigo, fez também carreira em televisão tendo participado em programas como “Sabadabadu”(1981), "Nico d'Obra" (1995), "Roseira Brava" (1996), “Camilo na Prisão” (1998), “Todo o Tempo do Mundo” (1999), “A Minha Família É uma animação” (2001) e “Malucos do Riso”.

No cinema participou no último filme de Jorge Brum do Canto, "O Crime de Simão Bolandas" (1984), e “Telefona-me!” (2000), uma comédia e ficção de Federico Corado, baseado numa adaptação do conto "Telefona-me Carlos", de Maria Eduarda Colares.

Segundo a Casa do Artista, na área do teatro, João Rodrigo fez parte do elenco de peças de revista como “Adeus Valentina” (1975), no Teatro Variedades, "Auto da Compadecida", no Teatro Avenida de Luanda, com a CTA - Companhia Teatral de Angola, "Vamos Trocar de Mulheres!" e "Calcinhas amarelas", em 1976 e 1977, respetivamente, no Teatro Laura Alves.

"A Invasão" (1979), no Teatro da Trindade, “A Tragédia da Rua das Flores” (1981), no Maria Matos, “O Processo de Jesus” (1982), no Teatro da Trindade, "Um Fantasma Chamado Isabel", em 1983, no Variedades, "Olha a Bolsa ó Zé" (1988) e "Ai quem me acode" (1994), no Teatro ABC, foram outros dos espetáculos em que participou.

Fez ainda várias digressões com produções como “Toma Lá Revista” (1987/1990), "Vestido de Lilás" (1991), "Toma Lá Que é Democrático" (1992), "Isto é Que Vai uma Crise!" (1993), "Malucos à Solta" (1998), “Tonecas e Companhia” (2004), “Ó Zé Bate o Pé” (2011), “Isto só Visto” (2014).

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