Segundo a agência France-Presse, o pintor, descrito como o “Matisse dos tempos modernos”, sofria de uma doença degenerativa e morreu em casa, em Papagou, próximo de Atenas.

Alekos Fassianos nasceu em Atenas em 1935, estudou pintura na Escola de Belas Artes e nos anos 1960 mudou-se para Paris, com uma bolsa de estudo para estudar litografia.

Já nessa época Fassianos demonstrava um estilo próprio antropocêntrico, ao qual foi sublinhando a presença de personagens e elementos da cultura e da tradição grega, como se lê na biografia na página oficial.

Alekos Fassianos, cuja obra é bastante popular na Grécia, expôs a título em individual em países como Alemanha, Suécia, Reino Unido, Japão, mas sobretudo em França, onde viveu mais de 30 anos.

Na Grécia, além de integrar a coleção de vários museus, a obra de Alekos Fassianos está presente também no espaço público, nomeadamente em murais e escultura.

Em 1999 foi agraciado pela Academia de Atenas, em 2013 foi condecorado em França com a Ordem da Legião de Honra e em 2015 pelo Governo da Rússia, pelo contributo para as Artes.

De acordo com a família, estava a ser preparada a criação de um museu dedicado ao trabalho de Alekos Fassianos, que abrirá ao público no outono deste ano no centro de Atenas.

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