Não foi revelada o local nem a causa da morte do músico, mas sabia-se que em 2009 lhe tinha sido diagnosticado um cancro na língua.

Nascido em Washington em 1942, Peter Tork fez parte dos The Monkees, a banda pop que nasceu para entrar numa série televisiva norte-americana intitulada "The Monkees", exibida entre 1966 e 1968.

O grupo, formado por Davy Jones, Micky Dolenz, Michael Nesmith e Peter Tork, duraria mais tempo, com particular atividade até 1971 e sucessivas reuniões nas décadas seguintes.

Chegaram a ser considerados os Beatles americanos e deixaram temas como "I'm a Believer", "Daydream Believer", "Last train to Clarksville" e "A little bit me, a little bit you".

Peter Tork tocava vários intrumentos, mas nos The Monkees era baixista, teclista e vocalista em alguns temas. A relação com o grupo foi intermitente. Depois da edição do álbum "Head", em 1968, saiu do grupo para seguir uma carreira a solo.

No entanto, a década seguinte ficou marcada pelo escasso êxito com a banda Release, que fundou, e pelos problemas relacionados com drogas e álcool.

Voltou a ligar-se aos The Monkees a partir dos anos 1980 para várias digressões.

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