Numa nota, a Marinha adianta que o Navio da República Portuguesa (NRP) Viana do Castelo regressou na sexta-feira à Base Naval de Lisboa "após assegurar durante mais de três meses o dispositivo naval padrão da Marinha na Zona Marítima dos Açores", tendo navegado "750 horas e percorrido cerca de 13 mil quilómetros".

Durante a missão, o navio realizou "ações de controlo da atividade da pesca", nas quais foram detetadas "23 embarcações em situação de presumível infração, maioritariamente por estarem a operar sem possuir equipamentos de comunicações adequados e exigidos por lei na sua área de navegação", segundo a Marinha.

A Marinha adianta que aquelas embarcações estavam a operar "sem os dispositivos de segurança e salvamento essenciais para a salvaguarda da vida humana no mar (em falta ou em más condições), ou ainda sem a documentação exigida por lei".

Aquelas situações "foram encaminhadas para a Autoridade Marítima Local", acrescenta.

O NRP Viana do Castelo, comandado pela capitão-tenente Vânia Carvalho, realizou ainda ações no âmbito da busca e salvamento, tendo garantido a patrulha e vigilância da Zona Económica dos Açores e marcou presença junto das diversas comunidades das ilhas.

"Esta presença permitiu uma proximidade às comunidades, materializada através da abertura do navio a visitas ao público, registando cerca de um milhar de visitantes", sublinha a Marinha, destacando ainda os eventos realizados no âmbito do Dia da Defesa Nacional, "tendo recebido a bordo a visita de 336 jovens das Ilhas de Santa Maria, Graciosa, São Jorge, Pico e Faial".

Durante a missão nos Açores, o navio da Marinha executou ainda exercícios conjuntos com o Exército Português e com o Serviço Regional de Proteção Civil e Bombeiros dos Açores (o exercício "TOURO 19") e com a Força Aérea Portuguesa (FAP).

O NRP João Roby rendeu o Viana do Castelo e já iniciou a sua missão na Zona Marítima dos Açores, de acordo com a Marinha.

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