Pedro Marques falava em conferência de imprensa, com o secretário-geral do PS, António Costa, ao seu lado, depois de os resultados oficiais apontarem para uma vitória dos socialistas com cerca de 33,5%.

"O PS pediu uma vitória clara. Os portugueses responderam e deram uma enorme vitória ao PS", declarou.

Considerando que o PS ganhou estas eleições de forma "absolutamente extraordinária", o agora eurodeputado notou, contudo, que a abstenção deve fazer "refletir" os agentes políticos e as instituições europeias.

"E não ajuda nada que as campanhas se façam e só cheguem a casa das pessoas carregadas de 'soundbytes' e ataques pessoais", disse, referindo-se à campanha eleitoral do PSD, que, segundo ele, se baseou em ataques aos adversários.

O cabeça de lista do PS começou a discursar pouco depois das 22:30, perante cerca de duas centenas de militantes, tendo feito uma curta intervenção, para logo depois passar a palavra ao secretário-geral do partido.

Para Pedro Marques, os europeus, "pelo menos os progressistas", querem uma "Europa solidária", próxima do continente africano, e recusam uma "Europa fortaleza".

Como tal, segundo o eurodeputado, a vitória do PS nas eleições europeias é "um verdadeiro farol de esperança", que representa também uma "enorme vitória" para a governação socialista dos últimos três anos e meio.

Uma das grandes vitórias desta noite, salientou, é o facto de, em Portugal, a extrema direita ter ficado "reduzida à menor expressão possível".

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