Em comunicado, o SNR alerta que falta menos de um mês para que produza efeitos um diploma que “incorpora e cristaliza” as “assimetrias salariais”, verificando-se uma “falta de esclarecimento/clarificação” do que está em causa e “qual o verdadeiro salário a auferir por cada um dos trabalhadores”.

Exigindo ao Governo “diálogo e franca negociação”, o SNR reivindica, entre outros pontos, o “fim dos salários ilegais, superiores ao Presidente da República”, a “reconhecida promoção/compensação imediata de todos os escriturários a escriturários superiores” e a “contabilização/compensação dos pontos acumulados, para progressão, de todos aqueles que se encontram no último escalão indiciário”.

Na lista de reivindicações estão ainda o cumprimento da negociação coletiva, os subsídios de insularidade e de interioridade, o fim da mobilidade discricionária, a melhoria das condições de trabalho (salubridade das instalações, equipamentos e condições de atendimento), a abertura e regulamentação de concursos internos e externos e a criação de um regime mais favorável às aposentações e pré-aposentações.

Juntamente com o anúncio das greves de 26, 27 e 28 de dezembro, o sindicato apresenta uma proposta de serviços mínimos durante a paralisação que assegura atos como casamentos civis urgentes, por perigo de morte ou na iminência de parto, testamento em perigo de morte e casamentos civis já agendados antes da data da convocação da greve.

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