“Hoje, um depósito no valor de 40 mil GEL (9.550 euros) foi pago para permitir a libertação de Melia da prisão preventiva”, revelou um elemento da delegação da UE um comunicado, descrevendo o gesto como “um passo importante para acabar com a crise política na Geórgia”.

A data da libertação de Nika Melia, líder do Movimento Nacional Unido (MNU), principal força de oposição no país, ainda não é conhecida.

Acusado de ter organizado “motins em massa” em 2019, Nika Melia foi preso em fevereiro durante uma operação policial nas instalações de movimento, onde estava entrincheirado.

A detenção do político georgiano agravou ainda mais a crise que abala o país desde as eleições legislativas de outubro de 2020, ganhas por Georgian Deram, mas denunciadas por fraude pela oposição, que desde então boicota o Parlamento.

A União Europeia propôs-se a mediar as negociações entre o partido no poder (Sonho Georgiano) e a oposição, e tinha conseguido um acordo em meados de abril, prevendo reformas judiciais e legislativas para maior transparência, mas o MNU condicionou o cumprimento do acordo à libertação de Melia.

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