“Durante o corrente mês de dezembro há um total de 15 períodos de 12 horas sem médicos na Urgência de Cirurgia daquele centro hospitalar, incluindo três dias completos sem médicos”, apontou, em comunicado, o Sindicato Independente dos Médicos (SIM).

O SIM explicou que está assegurada apenas a urgência interna que “incluirá médicos que já estavam dispensados da prestação de trabalho em serviço de urgência por terem atingido o limite de idade”.

“Os médicos escalados para a urgência interna não deverão ou poderão assegurar simultaneamente a urgência externa, devendo desde já apresentar minutas de exclusão de responsabilidade por falta de meios humanos suficientes e adequados”, salientou ainda o sindicato.

Na nota enviada às redações, o SIM alertou também que a situação atingiu “o ponto de rotura” no Centro Hospitalar Póvoa de Varzim/Vila do Conde “após vários meses de alertas sem qualquer iniciativa do Conselho de Administração para a resolução desta grave situação”.

O serviço de urgência médico-cirúrgica deste Centro Hospitalar abrange uma população superior a 150 mil habitantes nos municípios da Póvoa de Varzim e de Vila do Conde e algumas freguesias vizinhas de outros municípios, nomeadamente de Esposende, Barcelos e Famalicão, acrescentou o sindicato na nota.

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