O acordo resulta dos ajustes a que o organismo foi obrigado pela crise económica desencadeada pela pandemia da covid-19, e estará, pelo menos, em vigor até ao final do Mundial feminino de 2023, organizado em conjunto por Austrália e Nova Zelândia.

A Federação e o Sindicato concordaram em ajustar reduções salariais, para responder à crise económica, mas ambos pretendem fomentar a igualdade de género e a paridade na remuneração, partilhando equitativamente as receitas pelas seleções.

“Este acordo assegura que os ‘socceroos’ [seleção masculina] e as ‘Matildas’ [feminina] continuem a receber a mesma parte das receitas geradas pelas nossas seleções, mas também serve para apoiar a saúde financeira”, adiantou o diretor executivo da FFA, James Johnson.

A pandemia de covid-19 já provocou pelo menos 929.391 mortos e mais de 29,3 milhões de casos de infeção em 196 países e territórios, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.

As medidas para combater a pandemia paralisaram setores inteiros da economia mundial e levaram o Fundo monetário Internacional (FMI) a fazer previsões sem precedentes nos seus quase 75 anos: a economia mundial poderá cair 4,9% em 2020, arrastada por uma contração de 8% nos Estados Unidos, de 10,2% na zona euro e de 5,8% no Japão.

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