Tanto o jogador, que afinal se chama Silas Katompa Mvumpa, como o Estugarda aceitaram o castigo, e, por isso, o avançado congolês só poderá regressar aos relvados a partir do dia 11 de setembro deste ano, um mês depois do arranque do próximo campeonato germânico.

O tribunal teve em consideração que foi o próprio jogador a denunciar o caso e que o principal responsável pela manipulação da identidade foi o antigo empresário de Wamangituka.

Cidadão da RD Congo, o jogador, que passou pela Bélgica e depois ingressou no Paris FC (segunda divisão francesa), nasceu em outubro de 1998 e não em 1999, como consta nos documentos falsos.

O antigo empresário do jovem jogador, que completa 23 anos em outubro, colocou-o sob sua tutela, confiscando os seus papéis e gerindo o seu dinheiro. A mudança de identidade, segundo o Estugarda, visava cortar os contactos deste no Congo e torná-lo mais vulnerável à chantagem.

Depois de ter mudado recentemente de empresário, o jogador, adquirido em 2019 pelo Estugarda, decidiu tomar conta da situação e optou por denunciar a situação.

Após a boa época realizada na Bundesliga, em que marcou 11 golos, o extremo viu o seu valor de mercado subir, tendo o mesmo sido estimado em 25 milhões de euros.

O tribunal da federação alemão também considerou que a licença de residência de Katompa Mvumpa é válida e que poderá continuar a jogar normalmente, após a sua suspensão.

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