Os dados foram retirados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio (PNAD) sobre desemprego, que indicou que a taxa de pessoas desempregadas no Brasil ficou estável em 11,8% no terceiro trimestre deste ano, face ao mesmo período de 2018 (com 11,9%).

O IBGE destacou que, do total de desempregados no Brasil, 3,2 milhões (25,2%) procuravam trabalho há dois anos ou mais, 1,7 milhões (13,6%) entre um ano e dois anos, enquanto 1,8 milhões (14,4%) procurava trabalho há menos de um mês.

Na comparação com o trimestre anterior o desemprego no Brasil recuou 0,2 pontos percentuais, passando de 12% entre abril a junho para 11,8% de julho a setembro.

No entanto, esta subida do número de brasileiros a trabalhar está associada ao aumento da informalidade, já que houve um aumento de 2,9% no número de empregados sem contrato de trabalho no setor privado.

Além disso, registou-se no terceiro trimestre do ano uma subida de 1,2% no número de trabalhadores por conta própria, que totalizavam 24,4 milhões de pessoas.

De julho a setembro, a taxa composta de subutilização da força de trabalho (percentagem de pessoas desocupadas, subocupadas por insuficiência de horas trabalhadas) foi de 24%.

Já o número de pessoas que desistiram de procurar um emprego no Brasil, classificados pelo IBGE como desalentados, recuou e ficou em 4,7 milhões de pessoas no terceiro trimestre do ano face os 4,9 milhões de pessoas no trimestre anterior.

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